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Não há muito que dizer sobre mim, sou relativamente normal, me interesso por coisas normais e pessoas normais... me reservo apenas algumas diferenças dos meus amigos, alguns interesses e pensamentos.
Bem, vamos começar pelo mais óbvio, meu nome é Diego Carneiro Christensen, nasci há alguns anos, no dia 30 de Agosto. Meus pais, naturais de Santa Bárbara e Ponta Grossa respectivamente, são Doraci e Douglas Christensen.

Infância
Minha infância foi marcada por problemas familiares, entre meus pais. E também por uma doença, pouco comum, chamada "purpurotrombositôpenia", um tipo de câncer benigno. O tratamento e toda minha infância foram em Ponta Grossa, cidade que eu amo e tento me orgulhar sempre.

Escotismo
Aos 8 anos já me interessava por escotismo, mas em 1994, ingressei no Grupo Escoteiro Princesa dos Campos(GEPRIN), permaneci neste grupo por 5 anos, e neste período participamos de Elos, Bivaques, Acampamentos, Jamborees e um aprendizado único sobre amizade, primeiros socorros e habilidades desenvolvidas.

Escrever
Sempre adorei escrever, tanto que meu presente de Natal aos 10 anos, foi uma máquina de escrever "Olivetti Lettera  82". Por sua riqueza de detalhes e estrutura, meus textos e até poemas, sempre foram bem notados. Quase tudo que escrevo é no PC, mas o barulinho da Olivetti é apaixonante e sempre a uso, quando tenho tempo ou necessidade.

Marista
Nos meus anos de Marista sempre fui bem quisto, e integrante mais assíduo das atividades oferecidas. Desde o início, foram diversas feiras de ciência, feiras culturais, Jimares, Acampa Marista, Dia do Amiguinho, Maratonas Champagnat, Monitoria do Laboratório de Informática e por último o Gamar.
Em todos estes anos, conheci pessoas que marcaram minha vida pra sempre, gosto de lembrar da minha professora da 4ª. Série, Luzia, que sempre me foi atenciosa e interessada. Tem ainda o Cleto, que sempre foi exemplo e soube dar o tratamento adequado aos alunos, a Professora Ude, que desde pequeno tem me apoiado e ajudado dentro de suas limitações e os professores Eraldo e Edson, que em seus paradoxos pensamentos e estilos, me ensinaram muito de bom e ruim da vida.
Não posso esquecer também de meus amigos, desde os do começo como o Lincoln, Gerson, Gabi, culminando com os do Ens. Médio, Diego Azevedo, Eduardo, Diego e Diogo Sales, Sérgio e mais recentes como Renan, Cristiano e Felipe.

Gamar
O GAMAR(Grupo de Alunos Marista) foi com certeza o maior marco da minha adolescência,  descobri mais sobre mim, sobre as pessoas e principalmente sobre Deus. Sobre mim, descobri que sou livre, único e submetido somente a Deus, a quem devo futuramente me explicar, ainda me livrei de preceitos, preconceitos e limitações que me tornavam infeliz. Sobre as pessoas, descobri que ninguém é como eu, que são maravilhosos, mas não são capazes de doar-se por outros, isso limita-se a demagogia e Sobre Deus, eu sinto que ele espera muito mais de nós e de mim, do que temos dado. Por esses motivos e por tudo e todos que conheci que eu acabei minha caminhada no Marista feliz, dentro da minha carência, sedento por mais, mas consciente do meu papel. Agradeço ainda o Eraldo, Edson e muitos outros alunos que me acompanharam neste processo.

Universidade
Não tenho muito oque falar de Universidade, pois acabei de entrar em Jornalismo na Universidade Estadual de Ponta Grossa. Mas, com certeza é a realização de um projeto de mais de 2 anos, os quais eu pensei na minha aptidão...

Amigos
As pessoas que realmente me conhecem, sabem que sou complicado, por trás da máscara de realizado e contente há as vezes uma sombra que ninguém vê, mas que muitos podem sentir e estes eu considero como meus amigos e irmãos. Considero meus amigos irmãos, por que é neles que confio e convivo. Há uma frase que remete meu pensamento: "Irmãos podem ser amigos, mas amigos sempre são irmãos".

Igreja
Desde pequeno a Igreja São José, é meu lugar de adoração a Deus, foi nela que realizei minha caminhada como membro da comunidade e onde também recentemente adotei um grupo de jovens. Meu início foi empolgante, queria fazer 1 ano em 1 mês e contava com o apoio da equipe da Igreja. Depois de algum tempo, já engajado no grupo, o abandonei por discordar de alguns atos e por decepções pessoais.

Conclusão
Bom ou Ruim, a vida é assim, muitas vezes somos diferentes do que queremos e as vezes podemos mudar, às vezes não. Podem me perguntar: Você é feliz? Vou responder que sim, posso dizer, que já vivi tudo que se pode viver, conheci pessoas maravilhosas. Vivo como uma folha ao vento, que é levada pela brisa e cai onde for preciso. Vivo cada instante, como se fosse o último.

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